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O que é a nova Reforma Tributária e como ela impacta o câmbio?

20 de dezembro de 2023 | Equipe Braza Bank

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A nova Reforma Tributária foi um dos temas mais debatidos no campo político e econômico do Brasil ao longo de 2023. Após quase 30 anos em discussões, o projeto avançou em Brasília, sendo aprovado na Câmara e no Senado.

Ao longo dos próximos meses, haverá novas análises, votações e regulamentações de diversos itens propostos. Essas alterações têm o potencial de impactar a economia como um todo, inclusive comércio exterior brasileiro.

Mas você sabe como a Reforma Tributária impacta o câmbio? De que forma as empresas que lidam com o comércio exterior podem ter de se adaptar?

Confira abaixo a resposta a essas e outras perguntas sobre o assunto!

  • Leia também | Vai começar a importar? Veja 6 dicas para ter sucesso
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O que é a nova Reforma Tributária?

A Reforma Tributária é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tem como principal objetivo simplificar o pagamento de impostos no Brasil.

O país resolveu adotar um novo sistema que já é utilizado com sucesso em mais de 100 países: o IVA (Imposto sobre Valor Agregado). E muito do que está no texto da PEC é com base nesse conceito.

Em primeiro lugar, é importante saber que a proposta não visa o aumento de nenhum imposto. O foco é a desburocratização do sistema tributário brasileiro.

A ideia é que os tributos fiquem na faixa de 25 a 28% como uma forma de manter os níveis de arrecadação tributária já existentes.

Além disso, como consequência, o produto final tem o potencial de ficar barato para o consumidor, já que o pagamento do imposto em cascata vai acabar.

Para entender melhor, é importante saber o imposto em cascata é aquele que é pago várias vezes em momentos diferentes para o mesmo produto.

Por exemplo, um imposto que já é pago pelo produtor de algodão, acaba sendo pago também pelo lojista que compra roupas para revender feitas desse algodão.

Com a implementação do IVA, as adições de tributos acontecem ao longo de toda a cadeira de produção e distribuição do produto.

O mesmo raciocínio vale para quem exporta mercadorias ou importa. Um imposto que já foi pago em momento anterior, não será pago novamente com a chegada da mercadoria no destino.

Quais os principais objetivos da reforma tributária?

Agora que você entendeu melhor o que é a Reforma Tributária, veja a seguir os seus principais objetivos!

Redução da burocracia

Os múltiplos impostos existentes no Brasil são um elemento que costumam ser uma fonte de preocupação para muitas pessoas e empresas. Para aquelas que operam no comércio exterior, o cenário não é diferente.

Por isso, um dos principais objetivos da reforma tributária é a unificação de impostos que vão ficar da seguinte forma:

  • Os impostos federais PIS, Cofins e IPI serão unificados em um único imposto, o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços);
  • Os tributos estaduais e municipais ICMS e ISS também serão unificados e formarão o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços).

A unificação dos impostos federais também vai criar o Imposto Seletivo. Conhecido também como “imposto do pecado”, ele visa tarifar empresas que vendem produtos que causam problemas à saúde como cigarros e bebidas.

Ele também será uma forma de incentivar diversas empresas a reduzirem as emissões de carbono e assim, aumentar a sustentabilidade ambiental. Isso será feito, por exemplo, por meio de isenções fiscais, ou seja, a não cobrança do Imposto Seletivo (IS).

Não haverá cobrança cumulativa de impostos

A cobrança de impostos em cascata sempre foi um grande problema para as empresas, tanto para aquelas que fornecem insumos, quanto para as que fabricam ou vendem para o consumidor final.

Essa mudança na Reforma Tributária tende a beneficiar também os negócios que exportam produtos. Afinal, o valor do item vendido ao exterior poderá ser reduzido, já que haverá uma redução no valor dos impostos pagos.

Mais isenções fiscais

O Governo Federal, por meio da nova Reforma Tributária, também deseja criar um tipo de fundo de compensação, chamado de Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais. Ele terá como objetivo incentivar a isenção de pessoas jurídicas que pagam o ICMS.

A ideia é que isso seja possível até 31 de dezembro de 2032 e que os estados usem a estratégia para atrair mais empresas e indústrias para a região.

Quando começa a valer a reforma tributária?

É claro que as empresas terão um tempo para se adaptar a esse novo formato para a cobrança de impostos. A ideia é que a transição comece em 2029 e seja concluída em 2032 com a entrada gradual do IBS e CBS.

Porém, ainda não se sabe ao certo se esses prazos poderão ser levados em conta, pois a reforma tributária acabou de voltar do Senado com modificações e, após a análise da Câmara, ainda pode haver mais mudanças sem a devida aprovação das duas casas do Congresso.

  • Leia também | Valor do imposto IOF será zerado em 2029: veja o que muda para você

De que maneira a reforma tributária impacta o câmbio?

Como você viu, a Reforma Tributária tem o objetivo de desburocratizar o cenário dos impostos no Brasil. Nesse sentido, ela também pode deixar reflexos no câmbio. Veja quais podem ser eles!

O Brasil torna-se mais competitivo no exterior

Como muitos já sabem, um dos grandes problemas que as empresas exportadoras enfrentam no país é o excesso de burocracia nas exportações.

São vários documentos necessários, além, é claro, do pagamento de diversos impostos que, em alguns momentos, pode ser cobrado mais de uma vez até chegar ao seu destino final. Isso encarece os produtos brasileiros no exterior.

Com a mudança na legislação tributária, o Brasil ganharia maior competitividade. Ou seja, os produtos brasileiros passarão a se tornar mais atrativos para o mercado exterior.

Não haverá muitas mudanças na importação

Para quem precisa importar, não haverá grandes mudanças, já que os impostos que já são pagos em determinados produtos e pela transação comercial em si continuarão com algumas pequenas mudanças.

Por exemplo, haverá a criação do IS (Imposto Seletivo Federal) que, na verdade, é um novo imposto apenas no nome, porém, ele já existe na forma do IPI.

O IS incidirá em alguns produtos que são mais prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Era algo que o IPI já faz, pois a alíquota desse imposto é maior para determinados produtos como cigarros, bebidas, armamentos, dentre outros.

Porém, haverá uma simplificação na forma em que os impostos serão pagos, algo que reduz a burocracia e pode incentivar as empresas importadoras.

Assim, podemos dizer que não será mais necessário conhecer sobre a legislação do ICMS e ISS, já que serão unificados, se transformando apenas em IBS.

Lembrando que as taxas como a taxa do Siscomex, AFRMM (Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante) e a do CIDE combustíveis continuarão sendo cobradas, não havendo mudança de nomenclatura.

Melhora na economia como um todo

Espera-se, a partir do momento em que a nova reforma tributária começar a ser aplicada, uma redução nas desigualdades sociais.

Primeiro porque ela daria fim à guerra fiscal entre os estados, o que reduziria a desigualdade entre as várias regiões do país.

Segundo porque, com os produtos mais baratos para o consumidor final e uma redução da inflação, chegando a um patamar mais compatível. Desse modo, a Reforma Tributária poderia fortalecer a economia nacional.

Contudo, é fundamental lembrar que o texto está passível de alterações e o ritmo das mudanças pode ser alterado. Assim, o poder público pode adicionar novos itens a Reforma, podendo torná-la mais ou menos eficaz.

Quer entender melhor sobre o mercado de câmbio? Então, confira todos os nossos conteúdos sobre educação cambial!