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5 países para conhecer em 2026 e planejar sua próxima viagem
13 de janeiro de 2026 |

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13 de janeiro de 2026 |

Viajar em 2026 pode ir além de cumprir um roteiro turístico tradicional. Este ano reúne aniversários históricos, novas tendências de viagem e destinos que estão reposicionando a forma como recebem visitantes.
De road trips clássicas a experiências mais ligadas à natureza e ao bem-estar, alguns países se destacam por oferecerem não só atrações turísticas, mas também estrutura e segurança. Além disso, eles trazem propostas alinhadas a um novo jeito de viajar, mais consciente e personalizado.
A seguir, você confere 5 destinos que combinam diversidade, boa infraestrutura e propostas que fazem sentido para quem quer viajar com mais intenção, planejamento e aproveitamento do tempo.
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Os Estados Unidos serão um dos países-sede da Copa do Mundo de 2026, o que coloca o país no centro das atenções do turismo global este ano. O evento deve atrair milhões de visitantes, impulsionar investimentos em infraestrutura e movimentar cidades como Nova York, Los Angeles, Miami, Dallas e outras sedes oficiais. Para quem planeja viajar nesse período, a Copa representa uma oportunidade única de unir esporte, cultura e experiências internacionais.
Os EUA se mantêm como um dos destinos turísticos mais completos do mundo, combinando diversidade geográfica, cultural e urbana em um único país. O país se destaca pela variedade de experiências que vão de grandes metrópoles a parques naturais icônicos.
Por exemplo, a Rota 66 é um destino que reúne diferentes possibilidades, como parques nacionais, desertos e cânions. Inclusive, em 2026, essa estrada completa 100 anos e você poderá conferir diferentes festivais para a comemoração.
O turismo americano também permite múltiplos estilos de viagem. É possível alternar cidades como Nova York, Los Angeles e Chicago com destinos naturais como Yellowstone e Yosemite. Essa diversidade faz com que o país agrade diferentes gostos.
A moeda utilizada é o dólar americano, o que facilita o planejamento financeiro por ser uma das mais aceitas do mundo. Cartões funcionam bem, pagamentos digitais são difundidos e a estrutura turística é profissionalizada, do aluguel de carros à hotelaria.
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A Itália também segue como um destino desejado. Em 2026 o foco se desloca dos roteiros clássicos para experiências mais ligadas à natureza e ao ritmo local. Regiões como a Sardenha ganham destaque por oferecerem paisagens preservadas e praias de águas claras.
Entre os pontos positivos, estão a combinação entre cultura, gastronomia e paisagens naturais, além da facilidade de deslocamento dentro do território italiano. Mesmo áreas menos turísticas mantêm boa infraestrutura e serviços bem organizados.
O uso do euro simplifica a vida de quem já circula pela Europa, permitindo maior previsibilidade no orçamento. O país conta com boa aceitação de cartões, transporte eficiente entre regiões e uma rede turística acostumada a receber visitantes de diferentes partes do mundo.
O desafio está na sazonalidade. Durante o verão europeu, por exemplo, a procura aumenta pressionando preço e disponibilidade. Planejamento antecipado faz diferença para evitar custos elevados.
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O Japão vive um momento de reposicionamento turístico, com valorização do slow travel e de regiões menos urbanas. Em 2026, destinos como Okinawa ganham força por oferecerem praias, contato com a natureza e um estilo de vida associado ao bem-estar e à longevidade.
A moeda local é o iene japonês, e o país se destaca pela organização nos meios de pagamento e pela eficiência dos serviços. O transporte público funciona com precisão, a segurança é elevada e o país é estruturado para os seus moradores e turistas.
A gastronomia japonesa é um dos grandes atrativos do país e inclui experiências únicas, como wagyu japonês, sushi omakase tradicional e os famosos mercados de peixes, como Toyosu, em Tóquio, muito procurados por turistas. As refeições valorizam ingredientes frescos, técnicas refinadas e fazem parte da experiência cultural do viajante.
No turismo, o Japão se destaca pelo uso da tecnologia, com trens-bala, hotéis automatizados e pagamentos digitais. A principal facilidade está justamente na logística. Mesmo viajando longas distâncias, o deslocamento é simples e bem sinalizado. A experiência costuma ser agradável, inclusive para quem viaja sozinho ou fora da alta temporada.
Por outro lado, o idioma ainda pode ser um desafio fora dos grandes centros. Diferenças culturais também exigem atenção a costumes locais, regras de convivência e etiqueta, o que demanda preparo.
O Reino Unido aparece como alternativa para quem busca experiências mais intimistas. As Ilhas Hébridas, na Escócia, simbolizam esse movimento, com cenários naturais e uma atmosfera que remete a produções cinematográficas.
A libra esterlina é a moeda local e costuma exigir maior atenção ao câmbio, já que ela costuma ser mais cara que euro e dólar. Pagamentos digitais são aceitos, e a região conta com uma boa estrutura turística mesmo fora das grandes cidades.
Entre os pontos positivos, estão a facilidade do idioma para falantes de inglês e a boa organização dos serviços turísticos. Trilhas, vilarejos históricos e paisagens costeiras formam um roteiro para quem quer fugir do óbvio.
Os desafios ficam por conta do clima instável, que pode mudar rapidamente, e dos custos mais elevados, especialmente em hospedagem e transporte em regiões remotas. Planejar rotas e períodos do ano é importante.
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O Canadá é um destino para quem busca experiências ligadas à natureza. A observação da Aurora Boreal reforça o apelo do país, especialmente nas regiões mais ao norte, onde o fenômeno ocorre com maior intensidade.
Será um dos países-sede da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Estados Unidos e México, o que coloca o país em evidência no cenário turístico internacional. Cidades como Toronto e Vancouver devem receber jogos e visitantes do mundo todo, impulsionando investimentos em infraestrutura, mobilidade e serviços, além de ampliar a oferta de eventos e experiências culturais ao longo do ano.
A moeda utilizada é o dólar canadense, e o país oferece boa estrutura financeira para turistas, com aceitação de cartões e serviços digitais. O ambiente é organizado, seguro e preparado para receber visitantes internacionais.
É possível destacar a qualidade da infraestrutura, a preservação ambiental e a variedade de experiências ao ar livre. Parques nacionais, trilhas e cidades bem planejadas fazem parte do roteiro. Assim como o Reino Unido, o clima pode ser rigoroso, dependendo da época do ano.
Os 5 destinos mostram que 2026 reúne boas oportunidades para quem quer variar o tipo de viagem, explorar novos ritmos e aproveitar estruturas turísticas bem consolidadas. Com planejamento financeiro e atenção ao câmbio, é possível transformar 2026 em um ano de experiências marcantes.
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Porque reúne aniversários históricos, como os 100 anos da Rota 66, e tendências que valorizam viagens mais conscientes, com foco em natureza, bem-estar e experiências fora do óbvio.
Estados Unidos, Itália, Japão, Reino Unido e Canadá aparecem como destinos que combinam diversidade de roteiros, boa infraestrutura turística e propostas alinhadas a diferentes estilos de viagem.
Todos oferecem estrutura consolidada para receber turistas, aceitação ampla de meios de pagamento e possibilidades que vão além do turismo tradicional, incluindo experiências naturais e culturais.
Período do ano, clima, custos locais, câmbio e características culturais de cada país são fatores que ajudam a definir o roteiro e a aproveitar melhor a experiência.